![]() |
| Assunção de Nossa Senhora. Beato Angélico (1395–1455). Google Cultural Institute |
![]() |
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
“A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”
Com essas imorredouras palavras, o Santo Padre Pio XII definiu o dogma da Assunção da Santíssima Virgem ao Céu em corpo e alma, solenemente proclamado no dia 1º de novembro de 1950, pela Constituição dogmática “Munificentissimus Deus”.
A solene proclamação desse augusto dogma veio coroar séculos de devoção a Nossa Senhora enquanto tendo sido levada aos Céus em corpo ressurreto e alma.
Na difusão desta verdade e desta devoção a Idade Média deu um contributo fundamental.
![]() |
| Assumpta est Maria, col. De Ricci, MS 090, f. 1. |
As primeiras referências escritas se encontram na liturgia oriental que no século IV já comemorava a subida ao Céu de Nossa Senhora na festa da “Lembrança de Maria”.
A festa passou a ser denominada “Dormição de Maria” no século VI e o imperador bizantino Maurício fixou a data de 15 de agosto, apenas confirmando um costume pré-existente.
Diversos Padres e Doutores da Igreja forneceram a justificação teológica.
Mas, a doutrina da Assunção de Nossa Senhora foi verdadeiramente aprofundada nos tempos medievais.
Nossa Senhora

















