quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Imagem de Nossa Senhora Aparecida
inexplicavelmente ilesa em incêndio

Dono de oficina destruída crê em milagre após imagem de Nossa Senhora resistir a incêndio
Dono de oficina destruída crê em milagre
após imagem de Nossa Senhora resistir a incêndio
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs









Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida foi a única peça que resistiu ao incêndio destrutor de uma oficina mecânica na noite de segunda-feira 4 de novembro (2019), em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), a 340 km de São Paulo, informou G1 da Globo.

Para Marco Roberto Pellegatti, 58, dono da oficina, o fato de a estatueta sair ilesa das chamas reforça sua fé em um milagre.

Ele lembra que até um extintor de incêndio próximo à imagem acabou derretido com o calor.

Havia também um botijão de gás que, apesar do fogo intenso, não explodiu. “Seria uma tragédia bem maior, a explosão do botijão faria vítimas no quarteirão”, afirma.

Acima: assim estava a Imagem antes do incêndio. Embaixo como ficou o local na oficina
Acima: assim estava a Imagem antes do incêndio.
Embaixo como ficou o local na oficina
“Ela [Nossa Senhora Aparecida] estava ali há três anos, desde quando reformei o prédio. Sempre a deixava por perto, Nossa Senhora já me salvou de muitas coisas.

“Para mim, foi ela que nos iluminou para que ninguém estivesse na oficina na hora do fogo e se ferisse”, disse o comerciante.

“O fogo consumiu quase tudo por mais de duas horas. Intacto ficou apenas o que tinha no escritório.

“Quando eu cheguei para abrir a oficina aos bombeiros, o fogo já tinha queimado praticamente tudo, menos uma das imagens que tenho de Nossa Senhora. Ela resistiu para mostrar que eu posso recomeçar tudo outra vez”, transmitiu UOL Notícias.

Apesar dos prejuízos, o dono da oficina estava feliz por poder ter levado a imagem de Nossa Senhora para sua casa, praticamente intacta.

“O incidente não vai abalar minha fé em Nossa Senhora Aparecida, confio totalmente nela. Ninguém se feriu, os danos foram só materiais. Pelo menos ela continua comigo”, diz Pellegatti, devoto da santa e que todo ano viaja a Aparecida do Norte.

Completamente feita de gesso, a imagem foi comprada no Santuário Nacional de Aparecida, acrescentou a SBT.

A imagem foi resgatada pelo sargento da Polícia Militar Luiz Roberto da Silva, que comandou a equipe de PMs durante o combate às chamas.

O sargento Luiz Roberto admite que se emocionou ao resgatar a imagem. Segundo ele, ao perceber que ela resistiu ao calor e à explosão, só pensou em devolvê-la ao dono da oficina.

O sargento conta que encontrou a imagem no altar na parede da oficina:

Quando os bombeiros chegaram o fogo já tinha derretido tudo
Quando os bombeiros chegaram o fogo já tinha derretido tudo
“A gente que tem fé se emociona também, contou o PM. Geralmente num incêndio dessas proporções, derrete tudo, mas a santa estava forte, em pé, mostrando como devemos ficar na hora das adversidades da vida”, acrescentou à UOL.

Na oficina o fogo destruiu dois carros, uma moto, equipamento de mecânica e quatro empilhadeiras.

Os bombeiros não conseguiram fazer nada e não sabem de onde partiu o fogo.

O incêndio também provocou uma explosão na oficina. Imagens cedidas à TV TEM mostram o momento em que uma luz forte atinge o local e pessoas saem correndo, fugindo das chamas.

Além da oficina, as chamas também se espalharam para uma empresa de locação de máquinas que fica ao lado do estabelecimento.

O prejuízo está próximo de R$ 1 milhão.

O mundo poderá pegar fogo. Mas, perto de Nossa Senhora
como filhos temos proteção garantida
“Tinha diversos equipamentos que foram consumidos pelas chamas, uma caminhonete S-10 queimou inteira, o prédio em si sofreu um abalo muito forte. Os extintores derreteram com a intensidade do fogo.

“No escritório não queimou nada, o computador, os papéis, a outra imagem de Nossa Senhora que tenho, nem parece que teve fogo no prédio”, narra o proprietário, citado por S2Notícias.

Pellegatti estava inconformado em ver o resultado do trabalho de uma vida inteira ter virado cinzas, quando o policial comovido retirou dos escombros a imagem praticamente intacta e a entregou.

O mundo poderá pegar fogo.

Mas, perto de Nossa Senhora como filhos

temos proteção garantida.
“Inteira, apenas chamuscada, não sei se foi uma mensagem dela, mas sei que foi uma intercessão, mais um milagre dela em minha vida”, afirmou.

Apesar da tristeza, Pellegatti vai recomeçar. “Já estou aqui, limpando tudo, com a ajuda de amigos, voltamos ao começo, mas vamos resistir, minha fé me diz para não parar”, afirma.

O mecânico relata: “trabalho desde os 17 anos, sempre com a proteção Nossa Senhora, intercedendo por mim e me guiando nos caminhos da vida, vai continuar sendo assim, perdi quase tudo, mas tenho a vida, a saúde e minha fé”.


Veja mais casos em: Imagens intocadas em catástrofes


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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Santa Bernadette: “eu não sou boa para nada!”

Santa Bernadette, Irmã Maria Bernarda, das freiras da Caridade
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Santa Bernadette ingressou no convento Saint-Gildard, pertencente à Congregação das Irmãs da Caridade de Nevers, onde faleceu com a idade de 35 anos. Seu corpo incorrupto encontra-se ali exposto numa urna e capela especial.

Embora sua vida no convento tenha sido curta, ela deixou muitas lembranças.

Aquele convento era o noviciado das Irmãs da Caridade de Nevers. Após completarem sua formação, as religiosas novas eram encaminhadas a alguma das diversas casas da Ordem.

A distribuição pelos conventos da França era feita no próprio momento da profissão religiosa.

A superiora combinava previamente com o bispo o melhor destino para as freiras.

Na cerimônia, cada uma delas se apresentava ao arcebispo, e este lhe perguntava:

– “Vossa Caridade, para o que é que é boa?” – expressão francesa para dizer o que é que sabe fazer melhor.

A religiosa normalmente respondia: cuidar de doentes, educar crianças, cozinhar, costurar, etc., segundo sua experiência ou inclinação.

Após ouvir sua resposta, o arcebispo lhe indicava o convento para o qual estava destinada, entregava-lhe o Crucifixo da Ordem, o “Livro das Constituições” ou regra da Ordem, bem como a carta de obediência.

Porém, o caso de Santa Bernadette era complicado, pois ela era muito procurada por pessoas que queriam vê-la ou conhecê-la.

Nessas condições, sua vida religiosa ficaria muito atrapalhada por visitantes a toda hora.

A Superiora Geral, Madre Josefina Imbert, e o arcebispo de Nevers, Mons. Teodoro Agostinho Forcade, combinaram então um piedoso ardil para que ela ficasse sempre na clausura da Casa Mãe.

Sala do noviciado onde Santa Bernadette recebeu sua missão na Ordem
Sala do noviciado onde Santa Bernadette recebeu sua missão na Ordem
A profissão aconteceu em 30 de outubro de 1867. A turma de Santa era composta por 44 novas religiosas. Cada uma ia sendo chamada, tendo a cerimônia se repetido com cada uma. Santa Bernadette ficou para o fim.

Sentado num troneto, D. Forcade voltou-se para a Superiora Geral, Madre Josefina, e perguntou-lhe:

– “E a irmã Maria Bernarda?” (nome religioso de Santa Bernadette).

– “Monsenhor, ela não é boa para nada!”

Madre Josefina disse-o sorrindo e a meia voz, para que poucos ouvissem, segundo contou a irmã Caldairou.

Era a vez de Santa Bernadette, que se aproximou do prelado.

Ele falou em alta voz:

– “Irmã Maria Bernarda, a lugar nenhum!”

E depois, voltando-se para a santa, perguntou:

– “É verdade, irmã Maria Bernarda, que Vossa Caridade não serve para nada?”

– “Isso é bem verdade”, respondeu Santa Bernadette.

– “Mas então, minha boa filha, o que é que Nós poderemos fazer com V.?”

– “Eu vos disse bem isso em Lourdes, quando Vossa Excelência quis que eu entrasse na comunidade; e V. E. respondeu que isso não tinha importância”.

Nesse momento a Superiora Geral interveio, e disse:

Enfermagem do convento onde trabalhou e morreu Santa Bernadette
Enfermaria do convento onde trabalhou e morreu Santa Bernadette
– “Se Vós o desejais, Monsenhor, nós poderíamos conservá-la conosco por caridade na Casa Mãe, e empregá-la de alguma maneira na enfermaria, ainda que não seja só para fazer a limpeza e preparar as tisanas. Como ela está sempre doente esse será seu melhor lugar.”

Aquiescendo, o arcebispo voltou-se para Santa Bernadette.

– “Eu vou tentar”, respondeu ela.

O bispo tomou então um tom solene e determinou:

– “Eu vos dou a função da oração!”.

Após a cerimônia houve recreação, não tendo Santa Bernadette se mostrado nada ressentida ou ofendida.

A história posterior mostrou que fora a melhor decisão possível.

Santa Bernadette empregou sua vida religiosa no cuidado das freiras doentes e morreu na mesma enfermagem que a viu santificar-se ainda mais.


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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

O milagre de Soror Luigina Traverso

Soror Luigina hoje, beneficiada pelo mais recente milagre de Lourdes reconhecido
O caso de Soror Luigina: mais um milagre de Lourde
Luis Dufaur
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A irmã Luigina Traverso, religiosa salesiana, nasceu em 1934.

Em julho de 1965 ela se encontrava “gravemente doente” e só ficava de maca, não andava e fora operada diversas vezes sem sucesso.

“Pouco antes de viajar para Lourdes, contou ela, eu fui fazer um check-up que deu: ‘Paciente em condições gerais graves, pálida, hipotensa, com cicatriz cirúrgica fresca e seca... rigidez e contração do trato lumbosacral da coluna. Mobilidade reduzida dos pés em virtude de paralise dos músculos tibiais anteriores... Hipoeficiencia do sural e do tibial posterior’”.
A Irmã Luigina peregrinou a Lourdes e tomou banho nas piscinas do santuário, como Nossa Senhora pediu a santa Bernadette.

Em 23 de julho, na Bênção dos Doentes, enquanto o sacerdote passava com a hóstia consagrada na procissão eucarística, ela sentiu um “forte calor em seu corpo e o desejo de se levantar”.

A freira passou a se sentir melhor, voltou a movimentar o pé, e a dor desaparecia.

Ele foi levada de volta ao seu quarto e, na presença do chefe da peregrinação, Dr. Danillo Cebrelli, e do bispo Dom Lorenzo Ferrarazzo, recebeu uma ordem explícita: “Irmã Luigina, se a senhora quiser receber a bênção, deve se levantar e ajoelhar-se para rezar”.

A irmã deixou imediatamente a cama e se ajoelhou.

“Ela sentiu – explicou o Dr. de Franciscis – uma intensa sensação de calor e de bem-estar, se sentiu curada. Ela não ousou falar isso às assistentes que a acompanhavam.

“Voltando a seu quarto, ela chamou ao capelão de sua peregrinação e lhe pediu uma bênção pois ela achava que podia mover o pé.

Sor Luigina auxiliando doentes em Lourdes
Sor Luigina auxiliando doentes em Lourdes
“O sacerdote que a conhecia bem, intuiu a coisa e enquanto sorria lhe ordenou sair da cama. Que só então ele daria a bênção.

“Soror Luigina então saiu do leito para se por de joelhos diante do padre”.

Em 27 de julho de 1965 – portanto quatro dias após a cura miraculosa – o professor Claudio Rinaldi registrou “boas condições gerais [...] articulações inferiores totalmente móveis com igual força e simetria [...] sensibilidade normal”.

Desde aquela data, a Irmã Luigina nunca voltou a ter qualquer tipo de manifestação da doença.

Em julho de 2010, muitos anos após a abertura do processo médico de análise, durante a peregrinação da associação Oftal, da Itália, o caso da Irmã Luigina Traverso foi julgado pelo “Bureau Medical”.

Este votou por unanimidade pelo reconhecimento da “cura completa e permanente”.

Quase meio século depois, a Irmã Luigina puxa carrinhos de doentes em Lourdes.

Alberto Busto, presidente diocesano da associação Oftal, que organiza muitas romarias a Lourdes, agradeceu também “o olhar amoroso de Maria pela cura extraordinária de Ganora Evasio, acontecida em 2 de junho de 1950 e solenemente reconhecida pela Igreja como milagre em 1955”.

A religiosa ainda passou por três exigentes juntas no Bureau de constatações médicas de Lourdes (anos 1966, 1984 e 2010) e por novos exames médicos para verificar e provar a cura da religiosa.

Em 19 de novembro de 2011, em Paris, o Comité Médico Internacional de Lourdes (CMIL) confirmou o “caráter inexplicável da cura posto o estado atual dos conhecimentos da ciência”.

O bispo de Lourdes transmitiu então ao bispo de Casale Monferrato o julgamento final dos médicos do CMIL

Dom Alceste Catella, bispo de Casale-Monferrato, Itália, reconheceu oficialmente o milagre operado na pessoa da Irmã Luigina Traverso, informou o diário “La Croix”.

Desta forma passou a ser o 68º milagre reconhecido oficialmente pela Igreja.

“Eu julgo e declaro que a cura de Soror Luigina Traverso, acontecida em Lourdes no dia 23 de julho de 1965, é milagrosa e deve ser atribuída à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Imaculada Mãe de Deus e nossa Mãe, e que esta ocorrência vem a ajudar a fé do povo cristão”, diz o prelado em seu documento.

Nos mesmos dias, em 12 de outubro de 2012, o bispo diocesano de Lourdes D. Nicolas Brouwet, acompanhado pelo Reitor dos Santuários, Pe. Horacio Brito e pelo médico Dr. Alessandro de Franciscis, responsável permanente do Bureau de constatações médicas dos Santuários de Lourdes, deram uma conferência de imprensa.

A religiosa com seu bispo
O bispo de Lourdes explicou que a proclamação do milagre é atribuição exclusiva do bispo em cuja diocese reside o miraculado.

Ele não somente deve ponderar as opiniões dos médicos, mas os frutos espirituais da cura inexplicável pela ciência.

Só depois que emite seu julgamento com a autoridade que o Direito Canônico lhe confere. E, neste caso a conclusão foi positiva.

O Dr. Alessandro de Franciscis explicou o caso médico da Irmã Luigina Traverso: ciática lombar esquerda paralisante, hérnia de disco, pé paralisado, diversas intervenções cirúrgicas na coluna vertebral sem resultado.

Soror Luigina foi a 68º miraculada de Lourdes.

Com esse reconhecimento até agora houve sete milagres a italianos em Lourdes reconhecidos pelos respectivos bispos diocesanos.



Vídeo: O milagre contado pela religiosa




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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

O soldado paralítico
após milagre carregava bolsas de carvão de 90kg

John 'Jack' Traynor uniformado para a guerra.
John 'Jack' Traynor com farda para a guerra




Desde que em 1858, Nossa Senhora apareceu em Lourdes vem fazendo milagres sem cessar. Ininterruptamente e em quantidades incontáveis há mais de 160 anos!

O ateísmo deblaterou e a Igreja criou o Departamento Médico de Lourdes para avaliar os numerosos casos de curas milagrosas relatados.

Tal departamento engaja médicos e cientistas que após sucessivos e muito exigentes processos declaram se a cura considerada milagrosa é explicável pela ciência ou não.

A imensa maioria dos beneficiados com as curas não possui todo o histórico médico ou não tem recursos para tocar adiante as exigências de exames, retornos, etc.e não completa os processos.

Também não são consideradas as doenças nervosas, problemas espirituais resolvidos, ou que não foram objetos de exames.

Ainda assim, até hoje, a ciência constatou por esses processos mais de sete mil curas medicamente inexplicáveis, na gruta ou de quem usou sua água em lugares distantes e fontes diversas ligadas a uma imagem de Lourdes.

Só o bispo da diocese em que mora o miraculado pode fazer o reconhecimento do milagre por meio de um ato canônico e religioso. Estes casos são pouco mais de 70. A lista completa está elencada na coluna da esquerda deste blog.

Por isso há milhares de milagres incontestes que não constam da lista mencionada. Mas o relato de cada um é comovedor.

Um dos mais famosos foi a cura de um soldado inglês ferido na I Guerra Mundial. Ele ficou sem poder andar, com um braço paralisado, uma ferida aberta na cabeça e sujeito a ataques de epilepsia.

O caso é narrado pelo Pe. Patrick O’Connor, missionário de São Columbano, que conheceu o miraculado e compilou uma farta documentação sobre a sua cura, a fim de demonstrar que ela foi realmente sobrenatural.

John Traynor ou “Jack”, o miraculado, era de origem irlandesa, residente em Liverpool.

Ficou órfão muito jovem, mas conservou desde a infância a sua fé católica, o amor à Sagrada Eucaristia e a devoção a Nossa Senhora.

Esses três pilares de nossa fé o ajudaram muito a enfrentar a vida muito dura que teve pela frente.

Convocado em 1914 para lutar na I Guerra Mundial na marinha britânica, Jack foi ferido várias vezes durante os combates.

Em Antuérpia, na Bélgica, foi atingido na cabeça por uma metralha, ficando inconsciente durante cinco semanas.

Recuperado, no ano seguinte lutando na Turquia, ele quase foi massacrado pelos otomanos, mas salvo por um inesperado socorro de seus compatriotas.

Ainda na Turquia, no dia 8 de maio, realizando uma carga de baioneta, Jack foi novamente atingido pelos disparos de uma metralhadora, sendo ferido na cabeça, no peito, em um braço e na clavícula.

Levado para a Inglaterra, passou por várias intervenções cirúrgicas. Seu braço direito ficara destroçado e queriam amputá-lo.

Ele perdeu também a mobilidade nas pernas de maneira a não poder caminhar, mas principalmente uma parte de seus órgãos estava muito atingida.

John Traynor após o milagre: “Levanto sacos de carvão que pesam quase 90 quilos”
John Traynor após o milagre:
“Levanto sacos de carvão que pesam quase 100 quilos”
Voltando a Liverpool, passou a ser cuidado por sua esposa, levando uma vida muito modesta com o que recebia do governo.

Peregrino a Lourdes

No ano de 1923 ocorreu algo que mudaria totalmente a sua vida. Uma vizinha comunicou aos Traynor que haveria uma peregrinação diocesana a Lourdes.

Apesar da dificuldade financeira em que o casal vivia, decidiram ir venerar a Virgem Maria.

O sacerdote encarregado da romaria não queria recebê-lo, temendo que morresse no caminho.

Mas Nossa Senhora tinha planos para Jack. De maneira que o religioso, sorteando os pretendentes, teve que aceitar o casal.

Na viagem de trem, várias vezes quiseram que o enfermo ficasse em algum hospital do caminho, porque estava realmente muito doente.

Entretanto, Nossa Senhora velava por seu devoto, e ele conseguiu chegar a Lourdes no dia 22 de julho, sendo logo levado para o hospital próximo à gruta.

Jack afirma no testemunho que entregou ao Pe. O’Connor que, ao chegar, “estava em terríveis condições, uma vez que minhas feridas e chagas não tinham sido vendadas nem trocadas desde que saí de Liverpool”.

O doente ficou seis dias em Lourdes. No início esteve muito mal, com hemorragias e ataques epiléticos constantes.

Todos aguardavam a sua morte, exceto ele, que insistia em banhar-se nas piscinas do manancial, alimentadas com água da fonte milagrosa, o que fez por oito vezes.

O início da cura

Na tarde do dia 25, como não sentisse sinal de melhora, Jack insistiu que o levassem mais uma vez à piscina.

Ele afirma que “chegou meu turno, e quando eu estava na água, minhas pernas paralisadas se agitaram violentamente.

“Os voluntários se alarmaram uma vez mais, supondo que eu estava tendo outro ataque.

“Lutei para pôr-me de pé, sentindo que podia fazê-lo facilmente, e perguntei-me por que todo mundo parecia estar contra mim.

“Quando me tiraram da piscina, chorei de pura debilidade e esgotamento”.

Em seguida os voluntários o vestiram rapidamente para colocá-lo no carrinho e levá-lo para participar da procissão dos doentes.

Naquele dia era o arcebispo de Reims que levava o Santíssimo Sacramento. Quando passou por Jack, parou e o abençoou com o Ostensório.

Jack afirma que nesse momento o bispo “acabava de passar, quando me dei conta de que se havia produzido em mim uma grande mudança.

“Meu braço direito, que estava morto desde 1915, estava violentamente agitado. Rompi as ataduras e me persignei com ele pela primeira vez em anos”.

Quis então se levantar, mas os voluntários e outros enfermos, que conheciam seu fogoso temperamento, temerosos de que ele pudesse provocar alguma cena, levaram-no para o hospital, dando-lhe algo para tranquilizá-lo.

Nessa noite Jack, excitado com o que estava ocorrendo consigo, quase não pôde dormir. Por isso rezou longamente, sobretudo o Rosário.

Quando amanheceu, ele recorda:

“Saltei da cama. Primeiro, ajoelhei-me no solo para terminar o Terço que estava rezando, e logo corri para a porta, afastei os voluntários e saí correndo pelo pátio, para o ar livre”.

Ora, ele não caminhava desde 1915 e estava muito magro. Entretanto correu velozmente para a gruta, a uns 300 metros de distância.

John Traynor ainda debilitado sobe no trem em Lourdes e desce em Liverpool levando sua antiga cadeira de rodas
John Traynor ainda debilitado sobe no trem em Lourdes
e desce em Liverpool levando sua antiga cadeira de rodas
Ali voltou a se ajoelhar ainda de pijama, e começou a rezar e a dar graças à Virgem Maria.

Diz ele: “Tudo o que sabia era que devia agradecer a Ela, e a gruta era o lugar para fazê-lo”.

O sucedido com ele começou ato contínuo a circular por toda Lourdes, e terminada a sua oração havia uma multidão atrás dele, olhando-o fixamente.

Voltando ao hospital, “fui ao banheiro lavar-me e fazer a barba.

“Havia lá outros homens que tinham chegado antes que de mim. Eu lhes desejei um bom dia, mas nenhum deles me respondeu; só me olhavam assustados, e eu me perguntava a razão”.

No dia seguinte, ao voltar à gruta antes de retornar à Inglaterra, Jack arrancou suas ataduras, e verificou que praticamente todas as chagas tinham cicatrizado.

Encontrou-se então com o sacerdote encarregado da peregrinação, que num primeiro momento não queria que ele dela participasse por temor de que pudesse morrer no caminho.

Quando o viu completamente curado, o religioso começou a chorar de emoção.

Pouco antes de Jack voltar à Inglaterra, ele foi cuidadosamente reexaminado por três médicos.

Estes confirmaram que ele podia andar perfeitamente, havia recuperado o uso do braço direito e a sensibilidade das pernas, que a abertura do crânio havia diminuído consideravelmente e que ele não tinha mais crises epiléticas.

No trem de volta, Jack estava ainda meio aturdido por tudo quanto lhe sucedera.

Aconteceu de numa das paradas a porta do seu compartimento se abrir e nele entrar o arcebispo Keating, de Liverpool, que também estava na peregrinação.

Diz ele: “Ajoelhei-me para obter sua bênção. Ele me levantou e me disse: ‘João, creio eu é quem deveria receber a sua bênção’. Eu não podia entendê-lo.

“Sentamo-nos e ele, ao olhar-me, disse: ‘João, você se dá conta do mal que estava, e de que a Virgem Santíssima o curou milagrosamente?’

“Então, tudo ficou claro para mim, a lembrança de meus anos de enfermidade, os sofrimentos da viagem a Lourdes e como eu encontrava antes.

“Comecei a chorar, e o arcebispo também, e ali ambos nos sentamos, chorando como crianças. Dei-me então conta do que me havia sucedido”.

Quando o miraculado chegou a Liverpool, fora precedido pela notícia do assombroso milagre.

John Traynor na sua última visita a Lourdes (no centro) 1940
John Traynor na sua última visita a Lourdes (no centro) 1940
De modo que havia tanta gente na estação de trem para esperá-lo que a polícia teve que entrar em ação.

Uma vez curado, John abriu um comércio de transporte de carvão, tendo 12 trabalhadores às suas ordens. Dizia ele, para mostrar que estava totalmente são:

“Levanto sacos de carvão que pesam quase 200 libras [100 kg aprox.], e posso fazer qualquer outro trabalho que faz um homem são.

“Entretanto, ainda oficialmente estou classificado como incapaz 100% e permanentemente inválido!”.

Pois era tal a segurança dos médicos tinham de que ele nunca seria curado de sua invalidez, que os funcionários do Ministério de Pensões de Guerra nunca quiseram revogar sua pensão por invalidez completa…

Fiel à Senhora de Lourdes, John ia todos os anos em peregrinação à Gruta de Massabielle, a fim de agradecer à Santíssima Virgem pelo portentoso milagre de que fora objeto.

Até a hora da última viagem em que Ela quis recebe-lo não mais em Lourdes, mas no Céu, como desejamos do fundo da alma.

Fontes: 

Fundação Cari Filii 

Religión en Libertad 

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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Hereges modernistas e socialistas também atentaram contra Lourdes e foi inútil

O Pe. Aldred Loisy, sacerdote revolucionário
falou mal de Lourdes e morreu excomungado.
Luis Dufaur
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Lourdes, sobre tudo nas primeiras década,s foi allvo de sucessivas tentativas de desclassificar  o milagre, a Santa Bernadette e à sua crescente devoção.

Mas todas elas, fracassaram uma a uma.

Depois dos maus cientistas e literatos laicistas, começou a zombaria do  modernismo católico — heresia condenada pelo Papa São Pio X — antecessor direto do progressismo atual.

O Pe. Alfred Loisy, professor do Instituto Católico de Paris, comparava as curas de Lourdes com as que — segundo ele — “aconteciam outrora nos templos de Esculápio”, deus pagão da medicina.

Loisy morreu excomungado em 1940. Seu infame intento de desprestigiar Lourdes não teve maior sucesso que a dos céticos Ernesto Renan e Anatole France.

Houve, porém, ofensivas mais sutis. Em 1894, o habilidoso romancista e político socialista Émile Zola deu a lume a sua novela Lourdes, fortemente sentimental, inverídica e anti-católica.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Por que Jesus faz seus milagres num santuário de Nossa Senhora e não d’Ele?

O Sagrado Coração de Jesus poderia fazer  os milagres de Lourdes no Santuário de Paray-le-Monial,  mas escolheu a Gruta de Nossa Senhora.  Veja por que.
O Sagrado Coração de Jesus poderia fazer
os milagres de Lourdes no Santuário de Paray-le-Monial,
mas escolheu a Gruta de Nossa Senhora.
Veja por que.
Luis Dufaur
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As aparições de Lourdes se inserem numa série de aparições de Nossa Senhora no século XIX, que culminam com Fátima e a afirmação do Reinado de Maria.

A aparição de Lourdes, portanto, está num pontilhado de aparições que, nas noites extremas de nossos dias, são como que uma clarinada anunciando que o Reino de Maria virá.

Em cada uma dessas aparições, está presente a ideia da mediação universal das graças e do Reinado de Maria.

Mas isso em Lourdes se pode dizer debaixo de um título especial.

Nosso Senhor poderia ter dado essa fecundidade estupenda de milagres a um santuário d’Ele.

Na França, por exemplo, há um santuário magnífico consagrando uma devoção estupenda a Ele, que é o Santuário de Paray-le-Monial, onde o Sagrado Coração de Jesus fez suas revelações a Santa Margarida Maria Alacoque.

Ele poderia perfeitamente fazer com que esses milagres se dessem lá.

Poderia fazer dar em todos os santuários consagrados a Ele.

Mas não é verdade. Ele quis que a maior fonte de milagres que houve na História da Igreja e do mundo, fosse num santuário consagrado a Nossa Senhora.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Oração à Nossa Senhora de Lourdes

Luis Dufaur
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“Santíssima Virgem de Lourdes, que a ninguém desamparas nem desprezas, olhai-me com olhos de piedade.

“Alcançai-me de teu Filho o perdão de meus pecados para que com devoto afeto celebre tua Santa e Imaculada Conceição, em tua milagrosa imagem de Lourdes.

“Que eu receba depois o presente da bem-aventurança do mesmo Jesus de quem sois Mãe. Amém.”

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Lourdes e seus milagres: a prova irrefutável de que Nossa Senhora ouve a todos, até ao mais pecador

Nossa Senhora veio para os inocentes,
mas sobretudo para os pecadores, doentes e necessitados
Luis Dufaur
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Alguém poderá dizer:

“Tudo isso é muito bonito, mas eu não mereço que as minhas orações sejam ouvidas por Nossa Senhora de Lourdes... se eu penso que tive pecados na vida passada...

“Emendei-me, quer dizer, mais ou menos... não tenho certeza... terei feito bastante penitência para merecer ser ouvido?

“Se eu olho para mim mesmo penso: ‘como é que posso obter um milagre ou uma graça dessas de Nossa Senhora de Lourdes?’

“Então, para que pedir?”

Primeiro lugar, o milagre é uma obra de misericórdia da bondade divina, obtida para a gente por meio de Nossa Senhora.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

“Bernadette é doida!”
Como nasceu a fonte de Lourdes

A fonte da Gruta hoje
A fonte da Gruta hoje
Luis Dufaur
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No dia 25 de fevereiro de 1858 (novena aparição), havia por volta de 350 pessoas diante da Gruta.

Santa Bernadette começou a rezar o terço em êxtase, como de costume.

Depois ela foi subindo de joelhos até o fundo da Gruta. De tempos em tempos beijava o chão.

Sua agilidade sem esforço era surpreendente, considerando-se que o local estava coberto de pedras.

Ela chegou até a abertura que comunica com o nicho da aparição e ali se deteve. Seus lábios mexeram, mas ninguém ouviu nada.

Depois fez o sinal de aquiescer e voltou-se, sempre de joelhos, em direção ao rio Gave. Porém, foi como se algo a tivesse detido.

Voltou-se de novo para a Gruta e foi até o fundo, mas em sentido inverso ao nicho.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

A casa natal de Santa Bernadette: muita simplicidade mas nada de vulgaridade

Cama de Santa Bernadette antes da família perder a casa
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








As fotos mostram quanta dignidade, quanta compostura afável e sóbria pode impregnar um ambiente próprio a gente pobre... de dinheiro, mas rica em alma.

Em primeiro lugar, temos a pobreza de uma família obscura... e imortal: a família de Santa Bernadette Soubirous, a vidente de Lourdes.

A sala serve ao mesmo tempo de dormitório e cozinha.

O grande leito, com seu cortinado, é pobre, mas dá uma impressão de recolhimento, estabilidade e dignidade inegáveis.

Essa impressão se comunica a todo o aposento, acentuada ainda pelas imagens populares, mas piedosas, e pela lareira espaçosa a cujo calor se acercava a família nos serões de inverno.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Santa Bernadette e a humilhação

Nossa Senhora aponta para um canto da gruta, para ali cavar e tirar a água.
Nossa Senhora aponta para um canto da gruta,
para ali cavar e tirar a água.
Luis Dufaur
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No século XIX, na gruta de Massabielle, na cidadezinha de Lourdes, Nossa Senhora apareceu a uma camponesa chamada Bernadette Soubirous.

Ela era filha de um casal extremamente pobre que vivia com dificuldades econômicas: o pai era moleiro e tinha perdido o moinho e não encontrava emprego.

Era gente do povo reta, de costumes muito bons, mas de educação muito pobre, porque eram trabalhadores manuais e não tinham contato com nada de mais elevado.

Um dia em que Bernadette estava perto de uma gruta muito comum e até usada para lixo em Lourdes, ela ouviu uma voz.

Ela olhou para a gruta e viu dentro uma senhora de uma beleza admirável.

Conheceu que era Nossa Senhora em pessoa que estava falando com ela. E ela com toda a simplicidade, começou a falar com Nossa Senhora com mãos postas, na atitude de quem reza.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Lourdes e nosso drama pessoal: “Minha mãe, pequei! Perdão!” O resto Ela faz, Ela conserta tudo.

Luis Dufaur
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Em 1917, Nossa Senhora apareceu em Fátima e deu aos três pastorzinhos – Jacinta, Francisco e Lúcia – as mensagens conhecidas.

O ponto essencial das mensagens é uma queixa: o mundo vai mal, e vai mal porque está afundado na imoralidade.

Nossa Senhora falou especialmente, como índice palpável dessa imoralidade, dos trajes que se usavam naquele tempo, dos modos, do sistema social, da vida social daquele tempo.

E disse que aquilo ofende tanto a Deus que, se os homens não se emendassem, Nosso Senhor ia fazer cair sobre o mundo os castigos que estão na mensagem.

Se fôssemos ver as modas e as danças daquele tempo, comparadas com as de hoje a conclusão é acachapante: o mundo não fez outra coisa senão atolar-se cada vez mais na imoralidade.

Basta andar um pouco pelas ruas, sobretudo nesses dias de calor, para ver os trajes femininos e masculinos como são.

Rapazes mais novos, menos novos, homens maduros, chefes de família usando apenas uma... – como se pode designar isso? – chamemos de tanga, que cinge apenas uma parte baixa do tronco e uma parte alta das pernas, e mais nada, e o resto nu.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

A Assunção: prêmio pelos sofrimentos da co-redenção

Assunção, Fra Angelico  (1395 – 1455), Google Cultural Institute
Assunção, Fra Angelico  (1395 – 1455), Google Cultural Institute
Luis Dufaur
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Nosso Senhor quis Ele mesmo subir aos céus contemplado pelos homens. Mas, também quis que a Assunção de Nossa Senhora para o Céu, depois da dEle, se desse diante do olhar humano.

Por quê?

Era preciso que a Ascensão fosse vista por homens que pudessem dar testemunho desse fato histórico duplo: não só de que Nosso Senhor ressuscitou, mas de que tendo ressuscitado Ele subiu aos céus.

Subindo ao Céu, Ele abriu o caminho para as incontáveis almas que estavam no Limbo esperando a Ascensão para irem se assentar à direita do Padre Eterno.

Antes de Nosso Senhor Jesus Cristo ninguém podia entrar no Céu. Ali só os anjos estavam lá.

Então Nosso Senhor, na Sua Humanidade santíssima, foi a primeira criatura – porque Ele ao mesmo tempo era Homem-Deus – que subiu aos Céus.

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

O que Nossa Senhora quer de nós com Lourdes - 2


Luis Dufaur
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Coligação dos filhos da luz, fiéis a Nossa Senhora

As aparições de Lourdes constituem um capítulo decisivo na intervenção materna de Nossa Senhora para quebrar o curso devastador da Revolução.

A isso se referiu o Cardeal Ivan Dias, dizendo que  

“a Virgem está tecendo uma rede de filhos e filhas espirituais, para lançar uma forte ofensiva contra as forças do maligno para encarcerá-lo e assim preparar a vitória final de seu Divino Filho Jesus Cristo”. 

quarta-feira, 31 de julho de 2019

O que Nossa Senhora quer de nós com Lourdes - 1

Luis Dufaur
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Quem volta de uma peregrinação a Lourdes traz gravada no coração algo como uma reprodução da gruta de Massabielle.

Para ela voltar-se-á com saudade e confiança nas horas mais difíceis, com a certeza de ser atendido.

E basta recordar-se dessa lembrança para fazer renascer em si o desejo ao mesmo tempo inefável e irrefreável de algum dia retornar à gruta de Nossa Senhora.

O que visa Nossa Senhora, assim agindo no mais fundo das almas?

O início do Jubileu de Lourdes trouxe-nos uma luminosa resposta a esta interrogação.

Sobre Lourdes, as palavras do Legado Pontifício

Abrindo o ano jubilar de Lourdes, o Cardeal Ivan Dias, então Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Legado Papal, pronunciou uma alocução merecedora de apurada meditação.

Começou qualificando as aparições a Santa Bernadette Soubirous de “autênticas irrupções marianas na história do mundo”. 

Não se trata, portanto, de aparições fechadas em si mesmas.

Pelo contrário, elas se encaixam “na luta permanente e feroz entre as forças do bem e as forças do mal, desde o início da história humana, e que continuará até o final”.

Nessa imensa luta histórica, as aparições de Lourdes “marcam a entrada decisiva da Virgem no cerne das hostilidades entre Ela e o diabo, como está descrito no Gênesis e no Apocalipse”.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Na cura surpreendente de Antonietta Raco, Nossa Senhora passou por cima do medo da "eutanasia"

Antonietta Raco conta como se passou
Luis Dufaur
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O bispo de Tursi-Lagonegro, Itália, foi dos primeiros a anunciar a cura surpreendente de Antonietta Raco, paralisada desde 2005 por causa de uma esclerose lateral amiotrófica (SLA) e curada após uma peregrinação a Lourdes em 2009.

Sobre este caso já tivemos ocasião de publicar um post que inclui vídeo da curada caminhando no hospital de Turim.

Recebemos agora a indicação de página na Internet que reproduziu o testemunho da agraciada contando como aconteceu, o que ela sentiu e o que as testemunhas viram.

Pasmo e emoção dos especialistas

Antonieta, 50, vive em Francavilla in Sinni, cidadinha perto da cidade de Potenza, na região de Basilicata (sul da Itália).