Todavia, naquele 11 de fevereiro a luta pela vida continuou implacável. O pai, Francisco, deitou-se entre esgotado e deprimido. O frio em Lourdes corta a pele como uma navalha e não havia lenha na lareira.
domingo, 24 de abril de 2011
1ª aparição: à procura de gravetos para suportar o frio
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Pela Via do Calvario rezando e se condoendo com a Paixão de Jesus
A Via Sacra ‒ também conhecida como Via Crucis, Estações da Cruz ou Via Dolorosa ‒ é uma devoção que consiste numa peregrinação feita em oração e ajudada por uma série de quadros ou imagens que representam cenas da Paixão de Cristo.
A Via Sacra mais conhecida hoje é a rezada no Coliseu de Roma, na Sexta-Feira santa, com a participação do próprio Papa.
As imagens representando as cenas da Paixão podem ser de pedra, madeira ou metal, pinturas ou gravuras.
Elas estão dispostas a intervalos nas paredes ou nas colunas da igreja.
Mas, às vezes podem se encontrar ao ar livre, especialmente nas estradas que conduzem a uma igreja ou santuário. Uma Via Sacra muito conhecida é a do santuário de Lourdes, França.
Nos mosteiros as imagens são muitas vezes colocadas nos claustros.
O exercício da Via Sacra consiste em que os fiéis percorram espiritualmente o percurso de Jesus carregando a Cruz desde o Pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando à Paixão de Cristo.
domingo, 17 de abril de 2011
Uma meditação para o Domingo de Ramos
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| Jesus entrou num humilde burrico |
No andor principal Nosso Senhor entra sobre um burrico na Cidade Santa. No andor seguinte, a Mãe de Deus contempla a tragédia que se avoluma.
A entrada de Jesus em Jerusalém, no Domingo de Ramos, patenteia quanto o povo O apreciava incompletamente.
Aclamavam-No, é verdade, mas Ele merecia aclamações incomensuravelmente superiores, e uma adoração bem diversa!
Humildemente sentado num burrico, Ele atravessava aquele povo, impulsionando todos ao amor de Deus.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
O dia da 1ªaparição: uma jornada difícil marcada pelo inesperado
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| Francisco Soubirous e seus dois filhos |
Francisco Soubirous saíra cedo à procura de um ‘bico’. Na casa não havia o que comer.
Após muito tentar, achou um que arrepiou sua honra de dono de engenho: carregar o lixo hospitalar do posto de saúde de Lourdes e queimá-lo fora da cidade, numa gruta onde, por vezes, se guardavam porcos.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A tragédia da família Soubirous

No meio das famílias pobres de Lourdes havia uma sobre a qual a inclemência dos flagelos se abateu com especial empenho: a de Francisco Soubirous, sua esposa Louise e seu quatro filhos: Bernadette, a mais velha, Marie, Jean-Marie e Justin.
A desgraça atingira-os sem piedade. Francisco e Louise pertenciam a famílias de proprietários de moinhos de trigo.
Esta condição não era apenas uma fonte de renda, mas um título de honra e preeminência no ambiente camponês de Lourdes.
Mas, para eles, tudo dera errado. A crise arruinou seus moinhos. As dívidas e maus negócios consumiram o resto.
Caíram numa miséria tão funda que perderam até a casa onde moravam.
Em desespero de causa tiveram que se instalar numa antiga cela da prisão da cidade que fora desativada por falta de condições higiênicas.
Ali vivia Santa Bernadette no tempo das aparições.
É o famoso “cachot” (=cela) onde hoje os peregrinos se recolhem em admirada contemplação como num local sagrado.
Um modesto quartinho com uma lareira e uma minúscula pia.
A única janela, ainda hoje fechada por grades carcerárias, dava para um curral pestilencial.
Desejaria receber gratis as próximas atualizações de 'Lourdes 150º aniversário das aparições' no meu Email
domingo, 3 de abril de 2011
O 68º milagre de Lourdes narrado pelo agraciado
Em 2002, ele viajou a Lourdes, rezou na Gruta e bebeu água da fonte.
Nossa Senhora




